Ora aqui está um bom artigo k resume os principais estilos de aprendizagem das pessoas.
http://www.mindtools.com/mnemlsty.html
terça-feira, abril 21, 2009
quarta-feira, abril 15, 2009
O amor visto pelas crianças
Recebi hj este email e achei tão bonito k resolvi colocar no blog :)
«Quando a minha avó ficou com artrite, não se podia dobrar para pintar as u nhas dos dedos dos pés. Portanto o meu avô faz sempre isso por ela, mesmo quando apanhou, também, artrite nas mãos. Isso é o amor.»
Rebeca, 8 anos
«Quando alguém te ama, a maneira como pronuncia o teu nome é diferente. Tu sentes que o teu nome está seguro na boca dessa pessoa.»
Billy, 4 anos
«O amor é quando uma rapariga põe perfume e um rapaz põe colónia da barba e vão sair e se cheiram um ao outro.»
Karl, 5 anos
«O amor é quando vais comer fora e dás grande parte das tuas batatas fritas a alguém, sem a obrigares a darem-te das dele.»
Chrissy, 6 anos
«O amor é o que te faz sorrir quando estás cansado.»
Terri, 4 anos
«O amor é quando a minha mamã faz café ao meu papá e bebe um golinho antes de lho dar, para ter a certeza de que o sabor está bom.»
Danny, 7 anos
«O amor é estar sempre a dar beijinhos. E, depois, quando já estás cansado dos beijinhos, ainda queres estar ao pé daquela pessoa e falar com ela. O meu pai e a minha mãe são assim. Eles são um bocado nojentos quando se beijam.»
Emily, 8 anos
«O amor é aquilo que está contigo na sala, no Natal, se parares de abrir os presentes e escutares com atenção.»
Bobby, 7 anos
«Se queres aprender mais sobre o amor, deves começar por um amigo que odeies.»
Nikka, 6 anos
«O amor é quando dizes a um rapaz que gostas da camisa dele e, depois, ele usa-a todos os dias.»
Noelle, 7 anos
«O amor é quando um velhinho e uma velhinha ainda são amigos, mesmo depois de se conhecerem muito bem.» (nem Sócrates, Descartes ou Freud diriam algo mais certo...)
Tommy, 6 anos
«Durante o meu recital de piano, eu estava no palco e sentia-me apavorada. Olhei para todas as pessoas que estavam a olhar para mim, e reparei no meu pai que estava a acenar-me e a sorrir. Era a única pessoa a fazer aquilo. O medo desapareceu»
Cindy, 8 anos
«A minha mãe ama-me mais do que ninguém. Não vês mais ninguém a dar-me beijinhos para dormir.»
Clare, 6 anos
«Amor é quando a mamã dá ao papá o melhor pedaço da galinha.»
Elaine, 5 anos
«Amor é quando a mamã vê o papá bem cheiroso e arranjadinho e diz que ele ainda é mais bonito do que o Robert Redford.»
Chris, 7 anos
«Amor é quando o teu cãozinho te lambe a cara toda, apesar de o teres deixado sozinho todo o dia .»
Mary Ann, 4 anos
«Eu sei que a minha irmã mais velha me ama, porque me dá todas as roupas usadas e tem de ir comprar outras.»
Lauren, 4 anos
«Quando amas alguém, as tuas pestanas andam para cima e para baixo e saem estrelinhas de ti.» (quanta arte!)
Karen, 7 anos
«Amor é quando a mamã vê o papá na casa de banho e não acha isso indecente.»
Mark, 6 anos
«Nunca devemos dizer 'Amo-te', a menos que seja mesmo verdade. Mas se é mesmo verdade, devemos dizer muitas vezes. As pessoas esquecem-se .»
Jessica, 8 anos
E a última? O autor e conferencista Leo Buscaglia falou de um concurso em que ele teve de ser júri. O objectivo era encontrar a criança mais cuidadosa.
O vencedor foi um rapazinho de quatro anos, cujo vizinho era um velhote que perdera recentemente a sua esposa. Depois de ter visto o senhor a chorar, o menino foi ao quintal do velhote, subiu para o seu colo e sentou-se. Quando a mãe perguntou o que dissera ao vizinho, o rapazinho disse: Nada, só o ajudei a chorar. »
«Quando a minha avó ficou com artrite, não se podia dobrar para pintar as u nhas dos dedos dos pés. Portanto o meu avô faz sempre isso por ela, mesmo quando apanhou, também, artrite nas mãos. Isso é o amor.»
Rebeca, 8 anos
«Quando alguém te ama, a maneira como pronuncia o teu nome é diferente. Tu sentes que o teu nome está seguro na boca dessa pessoa.»
Billy, 4 anos
«O amor é quando uma rapariga põe perfume e um rapaz põe colónia da barba e vão sair e se cheiram um ao outro.»
Karl, 5 anos
«O amor é quando vais comer fora e dás grande parte das tuas batatas fritas a alguém, sem a obrigares a darem-te das dele.»
Chrissy, 6 anos
«O amor é o que te faz sorrir quando estás cansado.»
Terri, 4 anos
«O amor é quando a minha mamã faz café ao meu papá e bebe um golinho antes de lho dar, para ter a certeza de que o sabor está bom.»
Danny, 7 anos
«O amor é estar sempre a dar beijinhos. E, depois, quando já estás cansado dos beijinhos, ainda queres estar ao pé daquela pessoa e falar com ela. O meu pai e a minha mãe são assim. Eles são um bocado nojentos quando se beijam.»
Emily, 8 anos
«O amor é aquilo que está contigo na sala, no Natal, se parares de abrir os presentes e escutares com atenção.»
Bobby, 7 anos
«Se queres aprender mais sobre o amor, deves começar por um amigo que odeies.»
Nikka, 6 anos
«O amor é quando dizes a um rapaz que gostas da camisa dele e, depois, ele usa-a todos os dias.»
Noelle, 7 anos
«O amor é quando um velhinho e uma velhinha ainda são amigos, mesmo depois de se conhecerem muito bem.» (nem Sócrates, Descartes ou Freud diriam algo mais certo...)
Tommy, 6 anos
«Durante o meu recital de piano, eu estava no palco e sentia-me apavorada. Olhei para todas as pessoas que estavam a olhar para mim, e reparei no meu pai que estava a acenar-me e a sorrir. Era a única pessoa a fazer aquilo. O medo desapareceu»
Cindy, 8 anos
«A minha mãe ama-me mais do que ninguém. Não vês mais ninguém a dar-me beijinhos para dormir.»
Clare, 6 anos
«Amor é quando a mamã dá ao papá o melhor pedaço da galinha.»
Elaine, 5 anos
«Amor é quando a mamã vê o papá bem cheiroso e arranjadinho e diz que ele ainda é mais bonito do que o Robert Redford.»
Chris, 7 anos
«Amor é quando o teu cãozinho te lambe a cara toda, apesar de o teres deixado sozinho todo o dia .»
Mary Ann, 4 anos
«Eu sei que a minha irmã mais velha me ama, porque me dá todas as roupas usadas e tem de ir comprar outras.»
Lauren, 4 anos
«Quando amas alguém, as tuas pestanas andam para cima e para baixo e saem estrelinhas de ti.» (quanta arte!)
Karen, 7 anos
«Amor é quando a mamã vê o papá na casa de banho e não acha isso indecente.»
Mark, 6 anos
«Nunca devemos dizer 'Amo-te', a menos que seja mesmo verdade. Mas se é mesmo verdade, devemos dizer muitas vezes. As pessoas esquecem-se .»
Jessica, 8 anos
E a última? O autor e conferencista Leo Buscaglia falou de um concurso em que ele teve de ser júri. O objectivo era encontrar a criança mais cuidadosa.
O vencedor foi um rapazinho de quatro anos, cujo vizinho era um velhote que perdera recentemente a sua esposa. Depois de ter visto o senhor a chorar, o menino foi ao quintal do velhote, subiu para o seu colo e sentou-se. Quando a mãe perguntou o que dissera ao vizinho, o rapazinho disse: Nada, só o ajudei a chorar. »
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segunda-feira, março 02, 2009
1º princípio do PB (cont.)
Continuando a elaborar sobre o papel das empresas na nossa marca, mtas vezes vemos pessoas que ambicionariam trabalhar em determinadas empresas ou instituições, e depois, qd um dia conseguem entrar, por vezes ficam desiludidas pois a experiência não está a ser exactamente o que esperavam.
É que o acontece é que as empresas não existem sem as pessoas (eu sei k parece um cliché), e por vezes a percepção que temos de uma empresa resulta de uma estratégia de anos, ou do resultado de uma pessoa que trabalhou lá durante os últimos anos. Ora podemos ter o azar de qd chegarmos lá a pessoa ter iso ou estar prestes a ir embora. E lá se vai todo o potencial que estávamos à espera.
Qtas vezes, ainda que trabalhem em empresas supostamente fantásticas, as pessoas não contem experiências de chefes odiosos ou de colegas de trabalho insuportáveis? Porque eles existem, e podemos ter o azar de os encontrar e trabalhar com eles. Ou a sorte pois tb qd uma pessoa tem uma experiência destas tem uma aprendizagem mto importante para toda a vida.
Por isso, e dissociando a marca das empresas, a minha recomendação é que se defina primeiro muito bem o k se quer da marca, se façam todos os procedimentos necessários para a lançar, para a colocar a rodar no mercado, e depois, as oportunidades, nas empresas e instituições que interessam, aparecerão de certeza.
Requer esforço, atenção e muita persistência, mas tem resultados mais benéficos do que concentrarmo-nos numa determinada empresa e desvirtuarmos a nossa marca, para a adequar a uma determinada empresa.
É que o acontece é que as empresas não existem sem as pessoas (eu sei k parece um cliché), e por vezes a percepção que temos de uma empresa resulta de uma estratégia de anos, ou do resultado de uma pessoa que trabalhou lá durante os últimos anos. Ora podemos ter o azar de qd chegarmos lá a pessoa ter iso ou estar prestes a ir embora. E lá se vai todo o potencial que estávamos à espera.
Qtas vezes, ainda que trabalhem em empresas supostamente fantásticas, as pessoas não contem experiências de chefes odiosos ou de colegas de trabalho insuportáveis? Porque eles existem, e podemos ter o azar de os encontrar e trabalhar com eles. Ou a sorte pois tb qd uma pessoa tem uma experiência destas tem uma aprendizagem mto importante para toda a vida.
Por isso, e dissociando a marca das empresas, a minha recomendação é que se defina primeiro muito bem o k se quer da marca, se façam todos os procedimentos necessários para a lançar, para a colocar a rodar no mercado, e depois, as oportunidades, nas empresas e instituições que interessam, aparecerão de certeza.
Requer esforço, atenção e muita persistência, mas tem resultados mais benéficos do que concentrarmo-nos numa determinada empresa e desvirtuarmos a nossa marca, para a adequar a uma determinada empresa.
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domingo, março 01, 2009
Qual o lugar para o feedback dos outros?
Estando agora debruçada sobre o tema do Personal Branding, gostaria de partilhar algumas das reflexões, e, se possível, ter os vossos comentários.
Um dos pensamentos e comentários que tenho ouvido diz respeito ao impacto e importância que a opinião das outras pessoas tem sobre a nossa marca e como devemos ouvir os outros se queremos saber quem nós somos.
Claramente a nossa marca só será akilo k os outros pensarem sobre nós, ou como diz Marty Neumeier no seu livro "Brand Gap" - "A Brand is a person gut feeling about a product, service or a company", ou como eu costumo dizer, não interessa qual é a nossa Brand Identity se ela n estiver formada na cabeça das pessoas, ou seja, temos sempre que confrontar a nossa Brand Identity (a nossa inteção) com a nossa Brand Image (a percepção k as pessoas têm).
De qq forma, penso que quando as pessoas perguntam aos outros o k eles pensam delas, apenas irão ouvir o kse passa hj, o k pode ser um pto de partida para definir uma estratégia de acção, ou para fazer uma SWOT da nossa marca, mas n pode de todo minar a nossa visão ou missão de marca. A minha ideia é k mtas vezes as pessoas se auto-limitam por causa dakilo k os outros pensam sobre elas, ao invés de pensarem k nada é permanente e k a todo o momento podem alterar essas mms percepções.
O k pensam? A opinião dos outros interessa? Até k pto? E constitui um incentivo ou uma limitação????
Um dos pensamentos e comentários que tenho ouvido diz respeito ao impacto e importância que a opinião das outras pessoas tem sobre a nossa marca e como devemos ouvir os outros se queremos saber quem nós somos.
Claramente a nossa marca só será akilo k os outros pensarem sobre nós, ou como diz Marty Neumeier no seu livro "Brand Gap" - "A Brand is a person gut feeling about a product, service or a company", ou como eu costumo dizer, não interessa qual é a nossa Brand Identity se ela n estiver formada na cabeça das pessoas, ou seja, temos sempre que confrontar a nossa Brand Identity (a nossa inteção) com a nossa Brand Image (a percepção k as pessoas têm).
De qq forma, penso que quando as pessoas perguntam aos outros o k eles pensam delas, apenas irão ouvir o kse passa hj, o k pode ser um pto de partida para definir uma estratégia de acção, ou para fazer uma SWOT da nossa marca, mas n pode de todo minar a nossa visão ou missão de marca. A minha ideia é k mtas vezes as pessoas se auto-limitam por causa dakilo k os outros pensam sobre elas, ao invés de pensarem k nada é permanente e k a todo o momento podem alterar essas mms percepções.
O k pensam? A opinião dos outros interessa? Até k pto? E constitui um incentivo ou uma limitação????
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sexta-feira, fevereiro 27, 2009
1º princípio do Personal Branding - A nossa marca não são as empresas onde trabalhamos
A nossa marca não são as empresas onde trabalhamos
Efectivamente não podemos confinar a nossa marca pessoal às empresas onde estamos presentemente a trabalhar pois é uma visão mto redutora... A empresa e a função que estamos a desempenhar num determinado momento é aquilo que é necessário (ou possível) para a nossa marca fazer num determinado momento e deve preencher uma determinada função dentro da nossa visão de marca.
Se não tivermos um objectivo para aquilo que estamoa a fazer num determinado momento, então é pk algo está errado!!!!!!
Também, e como uma vez aprendi um com chefe meu, todos os meses devemos saldar contas com a empresa onde trabalhamos, ou seja, akilo que recebemos nesse mês tem que pagar aquilo que demos no mesmo mês, seja esse pagamento em dinheiro, conhecimentos, contactos, ou o k seja k definimos como objectivo.
Qd as contas estão desequilibradas para o nosso lado, então estamos a criar um problema com a empresa num futuro próximo pois estamos a ser overpaid e mais cedo ou mais tarde o mercado corrigirá isso. Caso contrário, estamos a cavar a nossa sepultura pois ficaremos frustrados ou perderemos ânimo por estarmos a ser sugados pela empresa em k trabalhamos :)
Efectivamente não podemos confinar a nossa marca pessoal às empresas onde estamos presentemente a trabalhar pois é uma visão mto redutora... A empresa e a função que estamos a desempenhar num determinado momento é aquilo que é necessário (ou possível) para a nossa marca fazer num determinado momento e deve preencher uma determinada função dentro da nossa visão de marca.
Se não tivermos um objectivo para aquilo que estamoa a fazer num determinado momento, então é pk algo está errado!!!!!!
Também, e como uma vez aprendi um com chefe meu, todos os meses devemos saldar contas com a empresa onde trabalhamos, ou seja, akilo que recebemos nesse mês tem que pagar aquilo que demos no mesmo mês, seja esse pagamento em dinheiro, conhecimentos, contactos, ou o k seja k definimos como objectivo.
Qd as contas estão desequilibradas para o nosso lado, então estamos a criar um problema com a empresa num futuro próximo pois estamos a ser overpaid e mais cedo ou mais tarde o mercado corrigirá isso. Caso contrário, estamos a cavar a nossa sepultura pois ficaremos frustrados ou perderemos ânimo por estarmos a ser sugados pela empresa em k trabalhamos :)
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quarta-feira, fevereiro 25, 2009
Personal Branding
Já não escrevo há mto tempo pois tempo é exactamente o k n tem havido, e os poucos minutos que sobram são para ser passados com as pessoas... o mais importante!!!!!!! Ou então são simplesmente para descansar, repôr a média de horas de sono, etc...
Mas gostava de começar a escrever sobre este tema. Comecei recentemente a dar um curso sobre Personal Branding e os resultados estão claramente a exceder as minhas expectativas. Penso que todas as pessoas deveriam pelo menos uma vez por ano pensar em si pps como uma marca, rever o seu business plan, a sua visão, a sua missão, a sua identidade de marca, e traçar o seu rumo e o seu plano de acção para o ano seguinte.
O k ouço mtas vezes é k as pessoas ficam à espera do destino, e depois queixam-se k n fazem o k gostam e k n têm sorte, etc e tal... mas não é nada disso. Nós fazemos o nosso destino, nós fazemos com que as coisas aconteçam. E não estou a falar de tretas como "O Segredo" e outros k tais de psicologia positiva para fazer dinheiro (pelo menos para o sr k vende os livros fazer dinheiro), e estou a falar mm de missão de vida, fazer akilo para k temos dons.
Qd fazemos ou levamos a cabo a nossa paixão, conseguimos ser excelentes. Caso contrário podemos ser mto bons, mas nunca seremos excelentes. E qd as pessoas fazem a sua paixão, estão mto mais focadas, falam de forma apaixonada, contagiam toda a gente!!!!! E isso faz toda a diferença.
Fiz com os meus alunos um exercício. Cd um escreveu um texto, sujeito a determinadas guidelines, e depois fiz uma wordcloud de cd. E quão diferente é uma imagem de alguém focado e k sabe para onde quer ir, vs alguém k n sabe bem qual o seu rumo....
A título de exemplo, anexei a minha word cloud.
Focada k chegue??????
Mas gostava de começar a escrever sobre este tema. Comecei recentemente a dar um curso sobre Personal Branding e os resultados estão claramente a exceder as minhas expectativas. Penso que todas as pessoas deveriam pelo menos uma vez por ano pensar em si pps como uma marca, rever o seu business plan, a sua visão, a sua missão, a sua identidade de marca, e traçar o seu rumo e o seu plano de acção para o ano seguinte.
O k ouço mtas vezes é k as pessoas ficam à espera do destino, e depois queixam-se k n fazem o k gostam e k n têm sorte, etc e tal... mas não é nada disso. Nós fazemos o nosso destino, nós fazemos com que as coisas aconteçam. E não estou a falar de tretas como "O Segredo" e outros k tais de psicologia positiva para fazer dinheiro (pelo menos para o sr k vende os livros fazer dinheiro), e estou a falar mm de missão de vida, fazer akilo para k temos dons.
Qd fazemos ou levamos a cabo a nossa paixão, conseguimos ser excelentes. Caso contrário podemos ser mto bons, mas nunca seremos excelentes. E qd as pessoas fazem a sua paixão, estão mto mais focadas, falam de forma apaixonada, contagiam toda a gente!!!!! E isso faz toda a diferença.
Fiz com os meus alunos um exercício. Cd um escreveu um texto, sujeito a determinadas guidelines, e depois fiz uma wordcloud de cd. E quão diferente é uma imagem de alguém focado e k sabe para onde quer ir, vs alguém k n sabe bem qual o seu rumo....
A título de exemplo, anexei a minha word cloud.
Focada k chegue??????
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quarta-feira, fevereiro 11, 2009
Iran: A Nation of Bloggers
Um filme da Vancouver Film School. As tecnologias estão a fazer o k as guerras e infindáveis negociações n conseguem - derrubar barreiras, instaurar a liberdade de expressão.
Pk é k os blogs são tão invasivos da privacidade?
Após 1 mês e meio de blogar, começo a perceber pk é k as pessoas começam a entrar em pormenores sobre as suas vidas. Realmente a vida não nos permite ter sempre tempo, nem coisas interessantes para dizer, e ou se começa a dizer disparates, normalmente descambando para outras áreas, ou se começa a desembrulhar a vida privada.
Curioso....
De qq forma, como não tenho tido mto tempo, não tenho nada de interessante para dizer, não quero descambar, nem discorrer sobre a minha vida privada, faço o que sei melhor nestas alturas: estar calada.
Curioso....
De qq forma, como não tenho tido mto tempo, não tenho nada de interessante para dizer, não quero descambar, nem discorrer sobre a minha vida privada, faço o que sei melhor nestas alturas: estar calada.
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sexta-feira, fevereiro 06, 2009
Ao amor
Este post é dedicado ao mais nobre dos sentimentos, num mês em k o amor tem k ser celebrado. Não sei se é de ver tantas campanhas normalmente neste mês, ou se é uma coisa natural, mas realmente Fevereiro é um mês mto especial.
Acabámos de sair de um Janeiro de ressaca das festas, à procura da melhor compra nos saldos, com imensos desejos por concretizar, e eis senão quando aparece este mês, fofinho, com imenso frio para podermos passar mtos fds à lareira ou ver filmes no quentinho, ou beber chocolate quente, eu sei lá, um sem número de coisas boas, e que devem ter como propósito prepararem-nos para a Primavera que aí vem.
Não é pelo dia de S. Valentim, que acaba por ser uma piroseira com os restaurantes cheios de mesas a dois, as filas de trânsito cheias de carros com 2 pessoas, etc, etc. Ou pior, os jantares nesse dia solitários, de quem se sente a única alma no mundo que não tem um par, e no melhor dos casos, os jantares das peças soltas, que os mais bem humorados criam para serem solidários no seu desemparelhamento :)
Por isso este post é um brinde ao amor. Vamos amar, viver e namorar mto neste mês!!!!!!!
Para o festejar, até estou a ler um livro do Nicholas Spark, o rei dos romances de manteiga derretida. O título original é "The Wedding" e é a continuação da história do casal estrela do romance anterior (lembram-se daquele que escreveu a história deles para lhe ler na cabeceira qd ela estava com Alzheimer? O Noah e a Allie?). Pois este livro é sobre a família de uma das filhas do casal. Mais uma vez uma ternurinha e um calorzinho para a alma.
Acabámos de sair de um Janeiro de ressaca das festas, à procura da melhor compra nos saldos, com imensos desejos por concretizar, e eis senão quando aparece este mês, fofinho, com imenso frio para podermos passar mtos fds à lareira ou ver filmes no quentinho, ou beber chocolate quente, eu sei lá, um sem número de coisas boas, e que devem ter como propósito prepararem-nos para a Primavera que aí vem.
Não é pelo dia de S. Valentim, que acaba por ser uma piroseira com os restaurantes cheios de mesas a dois, as filas de trânsito cheias de carros com 2 pessoas, etc, etc. Ou pior, os jantares nesse dia solitários, de quem se sente a única alma no mundo que não tem um par, e no melhor dos casos, os jantares das peças soltas, que os mais bem humorados criam para serem solidários no seu desemparelhamento :)
Por isso este post é um brinde ao amor. Vamos amar, viver e namorar mto neste mês!!!!!!!
Para o festejar, até estou a ler um livro do Nicholas Spark, o rei dos romances de manteiga derretida. O título original é "The Wedding" e é a continuação da história do casal estrela do romance anterior (lembram-se daquele que escreveu a história deles para lhe ler na cabeceira qd ela estava com Alzheimer? O Noah e a Allie?). Pois este livro é sobre a família de uma das filhas do casal. Mais uma vez uma ternurinha e um calorzinho para a alma.
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segunda-feira, fevereiro 02, 2009
O Medo
Costumo falar mto sobre o medo, ou a tb designada F... word = Fear, como sendo ele o principal bloqueador das pessoas, do atingir dos sonhos, de chegar mais longe, de mudar o status quo.
Todos temos medo, mas só alguns, poucos o conseguem ultrapassar. Tudo isto é um lugar comum, mas não há nada mais básico nem verdade mais absoluta do que esta!
E o medo pode assumir diversas facetas: o medo pode ser ignorância, arrogância, altivez, insegurança, depressão, até humor... o medo assume as diversas formas, e todas elas são, na maior parte das vezes, um escape para não fazermos akilo k desejamos, para não concretizarmos os nossos sonhos.
Como já alguém disse: ter medo não está errado, mas é o avançar apesar do medo que distingue os audazes.
Mtas vezes conto uma história: a do primeiro dia em que tive que dar uma aula. Tremia da cabeça aos pés. Recordo-me de ser uma sala de um 3º ou 4º andar e ter contado todos os degraus até lá chegar. No dia anterior tinha dado a mesma aula imensas vezes na minha sala, de forma a que o chão já estava gasto.
Assim ao subir as escadas, várias vezes pensei que não tinha k o fazer, que podia virar costas, fugir dali, simplesmente não dar a aula que seria para mim, uma pessoa tímida um suplício.
Mas não o fiz. A vontade de comunicar e o saber que era um sonho e algo que sentia como a minha missão, continuaram a empurrar-me pelas escadas. E lá fui. Suei, corei, e todas as coisas más acontecerem. Mas sobrevivi, fiquei mais forte, e foram esta e outras decisões que me permitem ser hj o k sou.
Todos temos medo, mas só alguns, poucos o conseguem ultrapassar. Tudo isto é um lugar comum, mas não há nada mais básico nem verdade mais absoluta do que esta!
E o medo pode assumir diversas facetas: o medo pode ser ignorância, arrogância, altivez, insegurança, depressão, até humor... o medo assume as diversas formas, e todas elas são, na maior parte das vezes, um escape para não fazermos akilo k desejamos, para não concretizarmos os nossos sonhos.
Como já alguém disse: ter medo não está errado, mas é o avançar apesar do medo que distingue os audazes.
Mtas vezes conto uma história: a do primeiro dia em que tive que dar uma aula. Tremia da cabeça aos pés. Recordo-me de ser uma sala de um 3º ou 4º andar e ter contado todos os degraus até lá chegar. No dia anterior tinha dado a mesma aula imensas vezes na minha sala, de forma a que o chão já estava gasto.
Assim ao subir as escadas, várias vezes pensei que não tinha k o fazer, que podia virar costas, fugir dali, simplesmente não dar a aula que seria para mim, uma pessoa tímida um suplício.
Mas não o fiz. A vontade de comunicar e o saber que era um sonho e algo que sentia como a minha missão, continuaram a empurrar-me pelas escadas. E lá fui. Suei, corei, e todas as coisas más acontecerem. Mas sobrevivi, fiquei mais forte, e foram esta e outras decisões que me permitem ser hj o k sou.
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sábado, janeiro 31, 2009
A aprendizagem do cansaço
Por vezes estamos mto cansados, tão cansados k não temos energia para nada e sentimo-nos k nem baratas tontas de um lado para o outro.
É nessas alturas k aprendemos finalmente a distinguir o k é importante. É nessas alturas k largamos tudo, baixamos os braços, olhamos para tudo o k temos para fazer e perguntamos: o que é k tenho mesmo k fazer? O k é k é importante fazer? E mais uma vez a nossa vozinha interior nos ajuda a orientar o caminho e a vermos no meio do nevoeiro.
E depois de passada mais uma crise sorrimos e vemos como mais uma vez crescemos.
Tb com o cansaço aprendemos.
É nessas alturas k aprendemos finalmente a distinguir o k é importante. É nessas alturas k largamos tudo, baixamos os braços, olhamos para tudo o k temos para fazer e perguntamos: o que é k tenho mesmo k fazer? O k é k é importante fazer? E mais uma vez a nossa vozinha interior nos ajuda a orientar o caminho e a vermos no meio do nevoeiro.
E depois de passada mais uma crise sorrimos e vemos como mais uma vez crescemos.
Tb com o cansaço aprendemos.
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sexta-feira, janeiro 30, 2009
How kids can make money?
Mais uma vez dos EUA, vários exemplos de como os pais podem incentivar os seus filhos (os mais velhos, claro) a arranjar dinheiro, sobretudo numa altura em k a crise chega a todos e por isso pode haver necessidade de cortar mesadas :)
http://www.waystomakemoney-easy.com/how-kids-can-make-money.html
http://www.waystomakemoney-easy.com/how-kids-can-make-money.html
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quarta-feira, janeiro 28, 2009
Simply Amazing - Hire your kids!
Gostaria de partilhar convosco esta preciosidade, oriunda dos EUA sobre crianças e como devemos contratá-las em vez de lhes pagar uma mesada/semanada (allowance).
Realmente as diferenças culturais são brutais!!!!!!!!!!
http://www.blogmix.info/2009/01/pay-children-a-salary-not-an-allowance/
Realmente as diferenças culturais são brutais!!!!!!!!!!
http://www.blogmix.info/2009/01/pay-children-a-salary-not-an-allowance/
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terça-feira, janeiro 27, 2009
Soltar
Hj está a ser um dia em cheio :) pelo menos a quantidade de ideias k têm surgido, deve bater todos os recordes em número de posts eheheh
E a mensagem é mto simples e penso k já a devo ter repetido 100 vezes: soltar, largar as coisas, não ficar apegado às coisas, às pessoas, às situações. É qd o fazemos k tudo acontece, k tudo se transforma. Por vezes queremos tanto uma coisa, uma pessoa, uma situação, k nem deixamos k tudo flua normalmente, de tão obstinados k estamos em conseguir os nossos intentos.
No entanto, a verdade é k n controlamos nada, e o mundo n gira por nossa causa nem às nossas ordens (felizmente). E por isso, só qd dizemos, ok, só quando dizemos, basta, só qd deixamos as coisas e as pessoas irem, é k elas podem vir ter connosco.
Um exemplo: como alguns sabem, comecei a fazer meditação há cerca de 2 anos, e mal senti os seus benefícios, imediatamente comecei a propagandear a todos os amigos e conhecidos, numa tentativa de evangelização forçada. E ficava um bocado desiludida por n conseguir captar nem uma alminha para a minha causa. Parecia k eu n conseguia transmitir de forma adequada os benefícios da coisa.
Ora, a certa altura, vencida pelo cansaço e por ter milhares de coisas para fazer, desisti. Continuei eu a seguir a minha vidinha, e a fazer as minhas meditações, mas deixei de sugerir, falar do assunto, "vender" a coisa, ou seja, larguei os meus propósitos de querer algo. Já sabem qual foi o resultado, né? Desde k fiz isso já tenho 4 amigas interessadas, 2 delas já experimentaram e 2 devem experimentar agora.
E o meu pensamento foi: o k aconteceu? Ora aconteceu k qd eu andava a "vender" a coisa, eu n tinha alterado absolutamente nada o meu comportamento, em vez de estar apegada às coisas normais, estava apegada a esta coisa nova. Qd o desapego aumentou, e devo ter transmitido uma real imagem calma e tranquila, então sim, pelo meu exemplo, inspirei essas pessoas, a ponto de tb quererem experimentar.
Ou seja, falamos mto mais pelos gestos, expressões do k pelas palavras, e só qd soltamos, só qd deixamos fluir verdadeiramente, com todo o nosso ser, é que o Universo nos mostra as suas maravilhas.
E a mensagem é mto simples e penso k já a devo ter repetido 100 vezes: soltar, largar as coisas, não ficar apegado às coisas, às pessoas, às situações. É qd o fazemos k tudo acontece, k tudo se transforma. Por vezes queremos tanto uma coisa, uma pessoa, uma situação, k nem deixamos k tudo flua normalmente, de tão obstinados k estamos em conseguir os nossos intentos.
No entanto, a verdade é k n controlamos nada, e o mundo n gira por nossa causa nem às nossas ordens (felizmente). E por isso, só qd dizemos, ok, só quando dizemos, basta, só qd deixamos as coisas e as pessoas irem, é k elas podem vir ter connosco.
Um exemplo: como alguns sabem, comecei a fazer meditação há cerca de 2 anos, e mal senti os seus benefícios, imediatamente comecei a propagandear a todos os amigos e conhecidos, numa tentativa de evangelização forçada. E ficava um bocado desiludida por n conseguir captar nem uma alminha para a minha causa. Parecia k eu n conseguia transmitir de forma adequada os benefícios da coisa.
Ora, a certa altura, vencida pelo cansaço e por ter milhares de coisas para fazer, desisti. Continuei eu a seguir a minha vidinha, e a fazer as minhas meditações, mas deixei de sugerir, falar do assunto, "vender" a coisa, ou seja, larguei os meus propósitos de querer algo. Já sabem qual foi o resultado, né? Desde k fiz isso já tenho 4 amigas interessadas, 2 delas já experimentaram e 2 devem experimentar agora.
E o meu pensamento foi: o k aconteceu? Ora aconteceu k qd eu andava a "vender" a coisa, eu n tinha alterado absolutamente nada o meu comportamento, em vez de estar apegada às coisas normais, estava apegada a esta coisa nova. Qd o desapego aumentou, e devo ter transmitido uma real imagem calma e tranquila, então sim, pelo meu exemplo, inspirei essas pessoas, a ponto de tb quererem experimentar.
Ou seja, falamos mto mais pelos gestos, expressões do k pelas palavras, e só qd soltamos, só qd deixamos fluir verdadeiramente, com todo o nosso ser, é que o Universo nos mostra as suas maravilhas.
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Os Jogos e as Crianças - take 2
Volto aos posts para vos falar de mais um jogo que combina exercício com diversão, logo, potencial candidato a atrair a pequenada e deixar satisfeitos os pais.
Mais um sinal da adaptação dos negócios e do nosso Adam Smith!
http://www.digiwall.se/
Mais um sinal da adaptação dos negócios e do nosso Adam Smith!
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e-books grátis
Tenho-me esquecido de postar este link k é uma preciosidade e onde encontram mtas obras interessantes nas áreas de gestão, marketing, digital, etc, etc e mto mais. E para além de k livros grátis, venham eles.
Procurem em: http://www.publiteca.es/
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Bimby + Gatos Fedorento
Não podia deixar de partilhar esta doçura enviada pela Mafalda com o video do "Eu vou preparar o Natal na minha Bimby".
Imperdível e palavras para quê! A sra D. Bimby no seu melhor!
Qto a quilos extra: não tenho balança (tirando a da pp Bimby) mas axo k já estou a ganhar à Bimby 2-0 :)
Imperdível e palavras para quê! A sra D. Bimby no seu melhor!
Qto a quilos extra: não tenho balança (tirando a da pp Bimby) mas axo k já estou a ganhar à Bimby 2-0 :)
A percepção é a realidade: e o silêncio tb pode magoar
Volto ao tema do post anterior não só pelos comentários recebidos mas tb pk há o reverso da medalha. E qd deveríamos ter dito alguma coisa? E qd nos remetemos para o silêncio pk n sabemos o k dizer, pk axamos k o outro n nos quer ouvir, ou pk nós n queremos falar, ou pk estamos magoados, etc, etc.
Ou seja, qtas vezes nos calamos qd deveríamos era ter ido atrás, ter chamado, ter falado akilo k nos ía no coração? E dessas coisas k n fizemos ou n dissemos tb n reza a história. A maior parte das vezes é o orgulho k nos tolda o cérebro, ou a mágoa de mtas discussões e mtas conversas sobre o mm assunto, de tal forma k passamos a axar k o outro sabe perfeitamente akilo k estamos a pensar, a ponto de acreditarmos em telepatia.
E é tão idiota tudo isto... pk a única coisa k o orgulho nos faz é impedir de dizer e fazer o k nos apetece só por causa de um sr chamado ego k atrapalha tudo e n serve para nada. Apenas este sr é k nos pode dizer, k nem grilo falante "És sempre tu k ligas", "Já lhe telefonaste 5 vezes e ele(a) não atendeu", "Tu tens razão logo ele(a) é k tem k pedir desculpa", e por aí fora.
E pior do k este grilo falante tagarela, são mtas vezes os conselhos dos amigos tb tagarelas k reforçam o grilo falante. Akeles amigos k nos encorajam a ser fortes, resistentes, ter amor-próprio e por aí adiante, e k depois, inevitavelmente, tb têm as suas cambalhotas na vida, e vemos a fazerem exactamente o contrário dakilo k nos recomendaram. Sim, pk só quem está por dentro de uma situação é k sabe até onde pode e deve ir!!!!!!!!!
Ainda há uns tempos uma amiga me dizia: "És das poucas pessoas que se ligas para uma pessoa e ela não atende, voltas a ligar passado uns dias novamente". Sim, é isso k faço. Claro k poderia pensar: "Já liguei", "Ela de certeza viu o meu número e pode ligar de volta", "Se realmente quiser falar comigo pode ligar", ou então a versão masoquista "Pk k é k n liga de volta?", "O k será k está a pensar?", "Se viu a minha chamada e não ligou, estará chateada comigo? Já não gostará de mim?", etc, etc.
K canseira! Então não é mais fácil fazer o k faço? Ligo a primeira vez e não atende - interpretação: não há interpretação, simplesmente não atendeu. Passo para outra coisa, outra actividade qq e já n estou a pensar nisso. Passados uns dias, lembro-me novamente dessa pessoa, logo, se posso, ligo de novo. Atende? Óptimo! Eu queria mm falar com ela, não era?
Se tivesse entrado na espiral masoquista, já tinha em cima 3 dias de remoer e repisar as coisas de modo k a primeira coisa k me sairia era: "Porque é k n me atendeste o telefone?" frase k imediatamente liga todos os alertas na outra pessoa. Ao contrário, o k normalmente me sai é: "Oi! Liguei-te no outro dia e n atendeste! Como estás? Queria mm falar contigo!", ao que se segue uma amena cavaqueira...
E o orgulho onde está? Mto bem guardado num baú do qual não me lembro onde pus a chave :)
Ou seja, qtas vezes nos calamos qd deveríamos era ter ido atrás, ter chamado, ter falado akilo k nos ía no coração? E dessas coisas k n fizemos ou n dissemos tb n reza a história. A maior parte das vezes é o orgulho k nos tolda o cérebro, ou a mágoa de mtas discussões e mtas conversas sobre o mm assunto, de tal forma k passamos a axar k o outro sabe perfeitamente akilo k estamos a pensar, a ponto de acreditarmos em telepatia.
E é tão idiota tudo isto... pk a única coisa k o orgulho nos faz é impedir de dizer e fazer o k nos apetece só por causa de um sr chamado ego k atrapalha tudo e n serve para nada. Apenas este sr é k nos pode dizer, k nem grilo falante "És sempre tu k ligas", "Já lhe telefonaste 5 vezes e ele(a) não atendeu", "Tu tens razão logo ele(a) é k tem k pedir desculpa", e por aí fora.
E pior do k este grilo falante tagarela, são mtas vezes os conselhos dos amigos tb tagarelas k reforçam o grilo falante. Akeles amigos k nos encorajam a ser fortes, resistentes, ter amor-próprio e por aí adiante, e k depois, inevitavelmente, tb têm as suas cambalhotas na vida, e vemos a fazerem exactamente o contrário dakilo k nos recomendaram. Sim, pk só quem está por dentro de uma situação é k sabe até onde pode e deve ir!!!!!!!!!
Ainda há uns tempos uma amiga me dizia: "És das poucas pessoas que se ligas para uma pessoa e ela não atende, voltas a ligar passado uns dias novamente". Sim, é isso k faço. Claro k poderia pensar: "Já liguei", "Ela de certeza viu o meu número e pode ligar de volta", "Se realmente quiser falar comigo pode ligar", ou então a versão masoquista "Pk k é k n liga de volta?", "O k será k está a pensar?", "Se viu a minha chamada e não ligou, estará chateada comigo? Já não gostará de mim?", etc, etc.
K canseira! Então não é mais fácil fazer o k faço? Ligo a primeira vez e não atende - interpretação: não há interpretação, simplesmente não atendeu. Passo para outra coisa, outra actividade qq e já n estou a pensar nisso. Passados uns dias, lembro-me novamente dessa pessoa, logo, se posso, ligo de novo. Atende? Óptimo! Eu queria mm falar com ela, não era?
Se tivesse entrado na espiral masoquista, já tinha em cima 3 dias de remoer e repisar as coisas de modo k a primeira coisa k me sairia era: "Porque é k n me atendeste o telefone?" frase k imediatamente liga todos os alertas na outra pessoa. Ao contrário, o k normalmente me sai é: "Oi! Liguei-te no outro dia e n atendeste! Como estás? Queria mm falar contigo!", ao que se segue uma amena cavaqueira...
E o orgulho onde está? Mto bem guardado num baú do qual não me lembro onde pus a chave :)
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segunda-feira, janeiro 26, 2009
A percepção é a realidade: doa a quem doer
Qd vemos o mundo, as coisas, as pessoas, as situações... nunca as vemos como elas são, e sempre as filtramos e analisamos segundo a nossa perspectiva, segundo a nossa visão da situação.
Por isso mtas vezes entramos em diálogos de surdos com as pessoas pois cd uma está a falar da sua percepção das coisas. E cd um está a tentar fazer o outro ver k a sua posição está errada e que a minha é k está certa.
Qto desperdício de energia. Qta mágoa surge mtas vezes destas conversas.
E qtas vezes n somos nós k estamos a falar mas sim o nosso ego. É ele k quer ter uma opinião e leva-nos a dizer por vezes coisas k n são bem verdade.
E pior do k isso: aos olhos do outro, assumem mtas vezes proporções gigantescas e, dadas as suas construções mentais, somos de repente confrontados com algo que não dissemos, com situações que não prevemos...
E como a percepção é a realidade, não vale a pena tentar demover o outro. Ele(a) já viu tudo e acredita k nós realmente dissemos akilo ou pensámos akeloutro.
Existe uma frase sábia de um autor k n me recordo:
"Somos donos das palavras k n dizemos e prisioneiros das que deixamos escapar".
É tão verdade, k, sabendo disto, deveríamos ter mais cuidado com o k dizemos pois depois da palavra sair n há mais nada a fazer. E às vezes, qd a percepção já está toldada pela fúria ou simplesmente pela mágoa, apenas o silêncio acalma e diz tudo akilo que precisamos de dizer.
Por isso mtas vezes entramos em diálogos de surdos com as pessoas pois cd uma está a falar da sua percepção das coisas. E cd um está a tentar fazer o outro ver k a sua posição está errada e que a minha é k está certa.
Qto desperdício de energia. Qta mágoa surge mtas vezes destas conversas.
E qtas vezes n somos nós k estamos a falar mas sim o nosso ego. É ele k quer ter uma opinião e leva-nos a dizer por vezes coisas k n são bem verdade.
E pior do k isso: aos olhos do outro, assumem mtas vezes proporções gigantescas e, dadas as suas construções mentais, somos de repente confrontados com algo que não dissemos, com situações que não prevemos...
E como a percepção é a realidade, não vale a pena tentar demover o outro. Ele(a) já viu tudo e acredita k nós realmente dissemos akilo ou pensámos akeloutro.
Existe uma frase sábia de um autor k n me recordo:
"Somos donos das palavras k n dizemos e prisioneiros das que deixamos escapar".
É tão verdade, k, sabendo disto, deveríamos ter mais cuidado com o k dizemos pois depois da palavra sair n há mais nada a fazer. E às vezes, qd a percepção já está toldada pela fúria ou simplesmente pela mágoa, apenas o silêncio acalma e diz tudo akilo que precisamos de dizer.
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domingo, janeiro 25, 2009
O k as pessoas procuram afinal?
Acabei de ler uma série de blogs e notícias que sigo regularmente e, para além de mtos posts de cariz mais técnico, a gd maioria de posts e de comentários que vejo são sobre pessoas a tentar saber o que as outras pessoas pensam. Do género: "O que os homens pensam das mulheres?" ou "O que as mulheres querem dos homens?" ou "Como as pessoas podem ter akilo que querem?", etc, etc.
Basicamente anda meio mundo a ler akilo que outro meio mundo escreve sobre a forma como pensamos que os outros pensam de nós, ou sobre a forma como podemos mudar alguma coisa de modo a sermos mais felizes, mais famosos, mais ricos, e por aí adiante.
Uma das afirmações mais sábia que ouvi, e que repito para mim pp continuamente é: Não sou dona de nada e ao mesmo tempo tenho tudo. Sei k devem estar a pensar que é algo influenciado pela Floribela, mas acreditem que a fonte é bem mais profunda que isso, pois mm a Floribela dizia que tinha amigos, sonhos, e outras coisas em vez de dinheiro :)
Mas esta frase é mais do que isso. Significa que efectivamente não temos mm nada. Os bens não são nossos. A casa, o carro, as roupas, mm a Bimby, nada disso é nosso. Tudo isso pode desaparecer de hj para amanhã, k a nossa individualidade n se alterará. Tb os amigos, a família, os relacionamentos, nenhuma destas pessoas é nossa. Fazem parte de um círculo, cruzam-se connosco, mas nunca nunca nos pertencem. E devemos é dar graças pelos momentos que podemos partilhar com elas. Ponto. Nada mais!
E ao mm tempo, a frase tb diz k tudo é nosso, ou seja, se olharmos para qq casa, para qq rua, para qq jardim, tudo isso é nosso pk o podemos observar e experienciar.
Então o k nos falta? Pk é k tanta gente vive os seus dias obcecada com a ideia de tentar saber mais qq coisa para conseguir ter qq coisa ou ter qq pessoa? O melhor mm é admitir k nada temos, mas k o Universo, ou Deus, ou o k lhe queiram chamar, nos coloca imensas oportunidades à nossa frente, e que, se em vez de procurarmos algo ou alguém, nos dedicarmos a desfrutar daquilo que temos, seremos incomensuravelmente mais felizes.
Uma das coisas k faço, todos os dias, sempre que saio do sítio onde trabalho é insipirar e apreciar a paisagem que tenho diante de mim. É uma benção! Todos os dias ela muda. Mudam as cores, mudam as nuvens, mudam as luzes dos prédios, muda a cor da vegetação. Às vezes é de dia, outras de noite, e nunca encontrei um dia e uma paisagem igual à anterior.
O mm se passa com as pessoas. Todos os dias encontro pessoas k já conheço e tb pessoas novas e olho para ambas sempre como se fosse a primeira vez. Todos os dias estão diferentes. Todos os dias me proporcionam experiências novas!!!!
Posto isto pergunto: pk é k procuram pessoas k n conhecem ou tentam saber o k é k as outras pessoas pensam????? Não é mto mais agradável olhar em vossa volta e tentar conhecer akilo k está ali mesmo?????
Ok, nem todos os sítios são agradáveis. Mas se trabalham num sítio k definitivamente não gostam, ou têm um grupo de amigos com o qual n se identificam, ou têm um(a) namorado(a) que não vos faz feliz.... pk é k insistem?????? Assim k encerramos devidamente capítulos da nossa vida k fazem parte do passado, vários outros podem ser abertos e iniciados. E apenas o apego ao passado, ao conhecido, ao assim assim, é k nos impede de avançar!!!!!!
Basicamente anda meio mundo a ler akilo que outro meio mundo escreve sobre a forma como pensamos que os outros pensam de nós, ou sobre a forma como podemos mudar alguma coisa de modo a sermos mais felizes, mais famosos, mais ricos, e por aí adiante.
Uma das afirmações mais sábia que ouvi, e que repito para mim pp continuamente é: Não sou dona de nada e ao mesmo tempo tenho tudo. Sei k devem estar a pensar que é algo influenciado pela Floribela, mas acreditem que a fonte é bem mais profunda que isso, pois mm a Floribela dizia que tinha amigos, sonhos, e outras coisas em vez de dinheiro :)
Mas esta frase é mais do que isso. Significa que efectivamente não temos mm nada. Os bens não são nossos. A casa, o carro, as roupas, mm a Bimby, nada disso é nosso. Tudo isso pode desaparecer de hj para amanhã, k a nossa individualidade n se alterará. Tb os amigos, a família, os relacionamentos, nenhuma destas pessoas é nossa. Fazem parte de um círculo, cruzam-se connosco, mas nunca nunca nos pertencem. E devemos é dar graças pelos momentos que podemos partilhar com elas. Ponto. Nada mais!
E ao mm tempo, a frase tb diz k tudo é nosso, ou seja, se olharmos para qq casa, para qq rua, para qq jardim, tudo isso é nosso pk o podemos observar e experienciar.
Então o k nos falta? Pk é k tanta gente vive os seus dias obcecada com a ideia de tentar saber mais qq coisa para conseguir ter qq coisa ou ter qq pessoa? O melhor mm é admitir k nada temos, mas k o Universo, ou Deus, ou o k lhe queiram chamar, nos coloca imensas oportunidades à nossa frente, e que, se em vez de procurarmos algo ou alguém, nos dedicarmos a desfrutar daquilo que temos, seremos incomensuravelmente mais felizes.
Uma das coisas k faço, todos os dias, sempre que saio do sítio onde trabalho é insipirar e apreciar a paisagem que tenho diante de mim. É uma benção! Todos os dias ela muda. Mudam as cores, mudam as nuvens, mudam as luzes dos prédios, muda a cor da vegetação. Às vezes é de dia, outras de noite, e nunca encontrei um dia e uma paisagem igual à anterior.
O mm se passa com as pessoas. Todos os dias encontro pessoas k já conheço e tb pessoas novas e olho para ambas sempre como se fosse a primeira vez. Todos os dias estão diferentes. Todos os dias me proporcionam experiências novas!!!!
Posto isto pergunto: pk é k procuram pessoas k n conhecem ou tentam saber o k é k as outras pessoas pensam????? Não é mto mais agradável olhar em vossa volta e tentar conhecer akilo k está ali mesmo?????
Ok, nem todos os sítios são agradáveis. Mas se trabalham num sítio k definitivamente não gostam, ou têm um grupo de amigos com o qual n se identificam, ou têm um(a) namorado(a) que não vos faz feliz.... pk é k insistem?????? Assim k encerramos devidamente capítulos da nossa vida k fazem parte do passado, vários outros podem ser abertos e iniciados. E apenas o apego ao passado, ao conhecido, ao assim assim, é k nos impede de avançar!!!!!!
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